Duarte Vitória, o rude pintor do que é belo

Drama, exagero, cores que roçam a realidade e ao mesmo tempo deixam uma frustração ilógica. Não imaginemos cores fortes a afogar a tela, neste caso são os modelos que quase a agarram com unhas e dentes. O artista consegue dividir o espectador entre a degradação e a beleza humana.

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