Carla Pinheiro e os seus mapas da liberdade

Tons modernistas de cores vivas enchem as telas, linhas quase surrealistas delineiam a ausência do processo mental. Carla Pinheiro usa a cianotipia – Blueprint – para criar um mapa do que se passa dentro de si.

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Fernando Branquinho, o retratista dos mundos paralelos

O conceito de artista surge, por vezes, com a controvérsia do seu real significado. Qual o verdadeiro objetivo da criação? Criar para vender e vender para criar são na realidade separados por uma linha muito ténue à qual só os reais artistas resistem. Fernando Branquinho é um artista, o Retratista.

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Duarte Vitória, o rude pintor do que é belo

Drama, exagero, cores que roçam a realidade e ao mesmo tempo deixam uma frustração ilógica. Não imaginemos cores fortes a afogar a tela, neste caso são os modelos que quase a agarram com unhas e dentes. O artista consegue dividir o espectador entre a degradação e a beleza humana.

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Ana Guedes, a artista que nos afina os sentidos

Movimento, dualidade, e ambiance aliados à lembrança, nostalgia e memória, tudo envolvido numa linha contínua de som. A artista manifesta a sua veia artística através daquilo que percebemos ser uma peculiar relação com o som e as suas várias formas de existir.

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Rita Melo, em missão pelo realismo da contemporaneidade

Saltam as personagens da foto para o pincel e Rita Melo torna-se em mais uma artista com uma missão, com uma mensagem pronta para os amantes da boa arte e crítica da sua contemporaneidade. O que nos molda como agentes ativos na sociedade? O que nos constrói a consciência humana nos tempos que correm?

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Smile, quando a tinta sai da lata

A arte urbana pode para alguns ser um pesadelo, mas para outros um sonho e até alívio. Nem sempre todos os artistas que empunham as latas agradam a quem é obrigado a “apreciar” o resultado todos os dias, Smile é o exemplo de arte urbana em grafíti não só bem vinda, como apreciada e também muito requisitada.

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