Duarte Vitória, o rude pintor do que é belo

Drama, exagero, cores que roçam a realidade e ao mesmo tempo deixam uma frustração ilógica. Não imaginemos cores fortes a afogar a tela, neste caso são os modelos que quase a agarram com unhas e dentes. O artista consegue dividir o espectador entre a degradação e a beleza humana.

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Ana Guedes, a artista que nos afina os sentidos

Movimento, dualidade, e ambiance aliados à lembrança, nostalgia e memória, tudo envolvido numa linha contínua de som. A artista manifesta a sua veia artística através daquilo que percebemos ser uma peculiar relação com o som e as suas várias formas de existir.

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Rita Melo, em missão pelo realismo da contemporaneidade

Saltam as personagens da foto para o pincel e Rita Melo torna-se em mais uma artista com uma missão, com uma mensagem pronta para os amantes da boa arte e crítica da sua contemporaneidade. O que nos molda como agentes ativos na sociedade? O que nos constrói a consciência humana nos tempos que correm?

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Smile, quando a tinta sai da lata

A arte urbana pode para alguns ser um pesadelo, mas para outros um sonho e até alívio. Nem sempre todos os artistas que empunham as latas agradam a quem é obrigado a “apreciar” o resultado todos os dias, Smile é o exemplo de arte urbana em grafíti não só bem vinda, como apreciada e também muito requisitada.

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João Leonardo, quando a decadência é transformada em arte

Coletor por natureza, João Leonardo é o artista que transforma os objetos mais banais e em fim de vida (e pouco cheirosos) em obras de reflexão histórica, emocional e humana, conseguindo retratar de formas incríveis nos seus trabalhos, o vício, compulsão e a decadência humana.

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