Exposição Coletiva no Museu Coleção Berardo

“Saudade, China & Portugal – Arte Contemporânea”, está em exposição no Museu Coleção Berardo, em Lisboa, desde 16 de novembro até 6 de janeiro de 2019. Na exposição podemos encontrar artistas como Vasco Araújo, Pedro Valdez Cardoso, José Pedro Croft, Leng, Luísa Jacinto, Rui Moreira, André Sousa, Joana Vasconcelos, Sun Xun, Liang Yuanwei, entre outros.

A exposição “Saudade”, com curadoria de Yuko Hasegawa e apresentação no Museu Coleção Berardo, é uma coprodução com a Fundação Fosun que reúne 16 artistas da China e de Portugal. O denominador comum das obras é uma reflexão sobre os conceitos de diversidade, festividade e ambiguidade, bem como a íntima relação destes com o sentimento da saudade — título da exposição, que significa o sofrimento causado pela distância ou pela ausência de algo ou alguém.

Ao apresentar em conjunto obras dos acervos culturais dos dois países, esta exposição trará seguramente uma nova dinâmica à relação sino-portuguesa — permitindo compreender quem somos, onde estamos e aonde iremos.

Da Folha de Sala da exposição: 

«Saudade», palavra portuguesa intraduzível, transmite o desejo de um momento passado que pode ser permanentemente inatingível. Em vários sentidos, esta palavra fala da nossa situação atual — na qual, devido ao desespero esmagador causado pela incerteza do presente e do futuro, o doce passado parece tão acolhedor.

No âmbito da globalização, que se consubstancia no comércio internacional e no intercâmbio cultural, estamos constantemente em busca de uma ligação com os outros e de algum grau de identificação com os ideais e as esperanças do passado e do futuro. No entanto, a situação ambígua e instável que vivemos torna particularmente complicado compreender por inteiro seja o que for. No pano de fundo do multiculturalismo, no qual a integração cultural ainda não está totalmente estabelecida, existem enormes desigualdades e diferenças geográficas, étnicas e sociais, bem como no acesso à informação; além disso, quanto mais a internet se aprofunda e expande, mais se evidencia uma síndrome de alienação e nostalgia — assim é na China, em Portugal e em qualquer outro lugar. Nestas circunstâncias, a saudade mostra-se um calmante eficaz. Refletindo sobre estas noções, selecionei 16  artistas de Portugal e da China, em cujas expressões se destacam duas características marcantes. Uma delas é o entrelaçamento de conceitos como diversidade, festividade, ambiguidade, muitas vezes incluídos num todo. A outra é a íntima relação das obras com a narrativa da saudade. – Yuko Hasegawa, curadora da exposição.


Informações úteis: 

Museu Coleção Berardo

 

Entrada: 5 € (Dia com entrada gratuita: sábado)

DESCONTOS

50 % — visitantes de 7–18 anos;
50 % — estudantes;
50 % — visitantes com mais de 65 anos;
50 % — visitantes com mobilidade reduzida;
30 % — Lisboa Card.

ISENÇÕES

Até 6 anos;
Membros ICOM;
Jovens nascidos no ano 2000, mediante apresentação do Cartão de Cidadão português (Programa És Cultura’18, de 16/04/2018 a 16/04/2019).

Horário: De Segunda-feira a domingo, das 10h às 19h (última entrada até às 18h30)

Morada: Praça do Império, 1449-003 Lisboa, Portugal

Transportes: 

Autocarros: 729 – Carris (paragem Centro Cultural de Belém) 714, 727, 728, 751 – Carris (paragem Belém / Mosteiro dos Jerónimos)

Elétrico, 15E – Carris (paragem Centro Cultural de Belém)

Comboio: Linha de Cascais – CP (paragem Belém)

Barco: Transporte fluvial a partir de Trafaria ou Porto Brandão para Belém

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